Levar Resident Evil Requiem para o Nintendo Switch 2 foi uma decisão importante para ampliar o alcance do jogo. Em entrevista recente, o produtor Masato Kumazawa explicou que a versão portátil ajudou a tornar o título mais acessível para jogadores que não possuem um PlayStation 5, um Xbox Series ou um PC mais potente. Segundo Kumazawa, transformar Resident Evil Requiem em uma experiência portátil permitiu que mais pessoas tivessem contato com o jogo. Para ele, a possibilidade de jogar na palma da mão foi um fator relevante para atrair novos públicos e facilitar a entrada de jogadores que antes talvez não conseguissem acompanhar os lançamentos mais recentes da franquia.
O produtor também destacou que o lançamento das versões de Nintendo Switch 2 de Resident Evil 7 e Resident Evil Village contribuiu para esse movimento. De acordo com ele, muitos jogadores começaram por Resident Evil 7 e, depois de se interessarem pela série, seguiram para os títulos seguintes, incluindo Resident Evil Requiem.

Uma decisão que se provou acertada
Esse comportamento reforça a importância de disponibilizar a franquia em diferentes plataformas. Ao chegar ao Switch 2, Resident Evil Requiem não apenas ganhou uma nova versão, mas também ampliou sua capacidade de alcançar jogadores que estavam interessados na série, mas não tinham acesso aos hardwares mais exigentes.
Com isso, a chegada de Resident Evil Requiem ao Nintendo Switch 2 se mostra mais do que uma simples conversão. Ela representa uma estratégia eficiente da Capcom para expandir o público da franquia e tornar um dos seus principais lançamentos mais acessível a diferentes perfis de jogadores.

