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Os 5 jogos mais subestimados da história de Resident Evil

14 min de leiturapor MustefuegoResident Evil 5
Atualizado por último em: 21 de julho de 2026 às 23:13 BRT
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Resident Evil construiu sua história com jogos que redefiniram o terror, influenciaram gerações e se tornaram referências dentro da indústria. Mas, no meio de tantos clássicos consagrados, alguns capítulos acabaram injustamente reduzidos às próprias falhas.

Há jogos lembrados apenas por uma mudança de direção, por comparações com títulos anteriores ou por decisões que dividiram o público. O problema é que essa visão costuma ignorar campanhas divertidas, personagens marcantes, ideias ousadas e qualidades que continuam evidentes até hoje.

Nem todos são perfeitos, mas todos merecem muito mais respeito do que receberam. Estes são os cinco jogos mais subestimados da história de Resident Evil.

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Resident Evil 3 — Os 5 jogos mais subestimados da história de Resident Evil
Resident Evil 3

Resident Evil 3 Remake dificilmente escapará da comparação com o clássico de 1999 e essa é uma disputa que ele simplesmente não consegue vencer.

A campanha é curta, áreas importantes foram removidas e a Capcom desperdiçou boa parte do potencial de Nemesis. Havia material suficiente para construir uma releitura maior, mais aberta e ambiciosa, mas o estúdio preferiu uma experiência compacta, acelerada e claramente menor do que poderia ter sido.

Nemesis é o melhor exemplo dessa oportunidade perdida. Seu novo visual abandonou boa parte da imponência e da aparência ameaçadora do original, resultando em um design menos marcante e difícil de levar a sério em alguns momentos.

Sua utilização também decepciona. A maior parte das aparições acontece em perseguições roteirizadas ou batalhas contra chefes, reduzindo quase completamente a sensação de imprevisibilidade. Em vez de parecer uma ameaça constante, Nemesis surge quando o roteiro determina e desaparece logo depois.

No jogo de 1999, sua presença fazia o jogador avançar com receio de encontrá-lo novamente. No remake, ele funciona muito mais como parte do espetáculo do que como um perseguidor realmente assustador.

Todas essas críticas são legítimas, mas acabaram fazendo com que o jogo fosse tratado como algo muito pior do que realmente é.

Seu maior acerto está na jogabilidade. A esquiva perfeita transforma Jill em uma protagonista mais agressiva e torna os confrontos rápidos, precisos e extremamente satisfatórios. Escapar de um ataque no último instante, responder com um contra-ataque e abrir espaço em meio a vários inimigos cria um ritmo que poucos jogos da franquia conseguem reproduzir.

Carlos também foi muito melhor aproveitado. Ele ganhou personalidade, presença e importância dentro da campanha, além de protagonizar algumas das sequências mais intensas do jogo. Sua relação com Jill é mais natural, e o personagem finalmente deixa de parecer apenas um coadjuvante criado para preencher espaços na história.

Resident Evil 3 Remake também continua visualmente impressionante e possui ótimo valor de repetição. Desbloquear armas, enfrentar dificuldades maiores e dominar a esquiva torna cada nova campanha mais rápida, agressiva e divertida.

O remake não entregou tudo o que Resident Evil 3 merecia, e Nemesis está longe de ser uma de suas qualidades. Ainda assim, continua sendo uma experiência de ação muito competente, divertida e fácil de revisitar. Seu maior problema nunca foi a falta de qualidade, mas ter sido pequeno demais para o próprio potencial.

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Resident Evil: Revelations 2 — Os 5 jogos mais subestimados da história de Resident Evil
Resident Evil: Revelations 2

Resident Evil Revelations 2 é um dos jogos mais esquecidos da franquia, apesar de apresentar algumas das ideias mais criativas da série.

A campanha acompanha Claire Redfield e Moira Burton em uma parte da história, enquanto Barry Burton e Natalia exploram os mesmos locais meses depois. Essa estrutura permite que o jogador perceba como os acontecimentos de uma dupla afetaram diretamente o caminho da outra.

O maior diferencial está no sistema cooperativo. Os personagens não cumprem exatamente as mesmas funções. Claire e Barry concentram o poder de fogo, enquanto Moira e Natalia auxiliam na exploração, identificam ameaças, encontram itens escondidos e ajudam a resolver situações específicas.

Essa divisão cria uma cooperação mais interessante do que simplesmente colocar dois personagens armados lado a lado. Cada participante possui uma função real dentro da equipe.

A história também apresenta uma atmosfera pesada, bons momentos de tensão e uma das vilãs mais perturbadoras da franquia. Alex Wesker consegue ser ameaçadora sem tentar imitar Albert Wesker, utilizando medo, manipulação psicológica e experimentos cruéis para construir sua própria identidade.

Além da campanha, Revelations 2 conta com o excelente Modo Raide. São dezenas de missões, personagens, armas e possibilidades de evolução, oferecendo um conteúdo que pode facilmente superar a duração da história principal.

O orçamento mais limitado aparece em algumas animações, cenários e inimigos, mas o jogo compensa com variedade, boas ideias e uma estrutura cooperativa que merecia ter sido explorada novamente pela Capcom.

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Resident Evil 7: Biohazard — Os 5 jogos mais subestimados da história de Resident Evil
Resident Evil 7: Biohazard

Resident Evil 7 não é apenas um dos melhores jogos da franquia. Ele está ao lado do primeiro Resident Evil e de Resident Evil 4 entre os capítulos mais importantes de toda a série.

O primeiro jogo consolidou as bases do survival horror. Resident Evil 4 mudou a forma como os jogos de ação em terceira pessoa eram produzidos e revolucionou a indústria. Resident Evil 7 teve uma responsabilidade diferente, mas igualmente decisiva: salvar uma franquia que havia perdido sua identidade e devolver a Resident Evil o protagonismo dentro do terror.

Após anos de campanhas exageradas, ação desenfreada e uma direção cada vez mais distante de suas origens, a Capcom teve coragem de desmontar a fórmula. A câmera passou para a primeira pessoa, os personagens clássicos ficaram fora do centro da história e o jogador assumiu o papel de Ethan Winters, um homem comum entrando em uma propriedade isolada para procurar a esposa desaparecida.

Essa mudança não enfraqueceu Resident Evil. Ela devolveu à série o medo que havia desaparecido.

A propriedade dos Baker é um dos cenários mais memoráveis da história da franquia. A casa é suja, decadente, apertada e cheia de espaços que parecem esconder alguma ameaça. Cada porta aberta provoca desconfiança, cada ruído chama a atenção e cada corredor transmite a sensação de que o jogador entrou em um lugar onde não deveria estar.

O jogo também constrói uma identidade que remete diretamente a clássicos do terror. A brutalidade rural e a família enlouquecida lembram O Massacre da Serra Elétrica. As armadilhas e os jogos cruéis de Lucas evocam Jogos Mortais. Já o humor macabro, a violência exagerada, a casa dos bakers, a Mia transformada e algumas situações absurdas carregam a energia de Evil Dead.

Essas referências não fazem Resident Evil 7 parecer uma cópia. Pelo contrário: elas ajudam a criar uma mistura extremamente própria, que combina terror psicológico, horror corporal, violência, perseguição e momentos de humor perturbador.

A família Baker é o coração dessa experiência. Jack é um dos perseguidores mais marcantes da franquia, alternando brutalidade, carisma e um humor completamente desequilibrado. Marguerite protagoniza alguns dos momentos mais repulsivos do jogo, enquanto Lucas transforma o terror em armadilhas, tortura e desafios perversos.

A perspectiva em primeira pessoa torna tudo mais íntimo e desconfortável. Os inimigos parecem maiores, os espaços parecem menores e cada confronto transmite uma sensação real de desvantagem. A falta inicial de recursos, o ritmo mais controlado e a violência dos encontros devolvem ao jogador uma vulnerabilidade que Resident Evil não apresentava havia anos.

Resident Evil 7 também foi fundamental para a recuperação da própria Capcom. O jogo mostrou que a empresa ainda era capaz de correr riscos, reinventar uma de suas maiores franquias e reconquistar a confiança do público.

Foi graças a ele que Resident Evil voltou ao auge. Seu sucesso abriu caminho para Village, para os novos remakes e para uma sequência de lançamentos que recolocou a franquia entre as maiores da indústria.

Poucos jogos possuem uma identidade tão forte. A casa dos Baker, a primeira pessoa, a atmosfera rural, a família, a violência e a mistura de diferentes estilos de terror transformaram Resident Evil 7 em uma experiência única.

Ele não apenas recuperou Resident Evil. Ele lembrou ao público por que a franquia era tão importante.

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Resident Evil Village — Os 5 jogos mais subestimados da história de Resident Evil
Resident Evil Village

Resident Evil Village tentou unir duas fases muito diferentes da franquia. De um lado, manteve a perspectiva em primeira pessoa e parte do terror de Resident Evil 7. Do outro, recuperou a progressão, a variedade de cenários e o ritmo mais aventureiro de Resident Evil 4.

O resultado não é perfeito, mas funciona muito bem na maior parte do tempo. Village é um jogo extremamente divertido, tecnicamente impressionante e muito mais variado do que boa parte dos capítulos recentes da série.

Seu maior acerto está na jogabilidade. A movimentação é mais rápida, o arsenal é amplo, os inimigos apresentam comportamentos diferentes e o sistema de melhorias cria uma progressão constante.

A volta do mercador também foi uma excelente decisão. O Duque é tão misterioso quanto o comerciante de Resident Evil 4, mas possui uma presença maior dentro da história. Seu sistema de compra, venda, melhorias e culinária funciona muito bem e transforma cada retorno ao personagem em uma parte importante da progressão.

O Modo Mercenários reforça ainda mais as qualidades da gameplay. As fases incentivam velocidade, domínio das armas e conhecimento dos inimigos, oferecendo uma experiência mais direta e viciante para quem deseja continuar jogando após terminar a campanha.

Village também continua impressionante visualmente. Os gráficos, a iluminação e o nível de detalhe dos cenários demonstram o domínio da Capcom sobre a RE Engine. A otimização é outro destaque: o jogo entrega uma apresentação de alto nível sem exigir um desempenho absurdo do hardware.

A campanha aposta em diferentes áreas inspiradas por estilos distintos de terror. O Castelo Dimitrescu recupera a exploração mais tradicional com uma perseguidora (Resident Evil 2), a Casa Beneviento mergulha no terror psicológico (Resident Evil 7), a região de Moreau aposta em criaturas grotescas (Resident Evil 4), e a fábrica de Heisenberg assume uma estética industrial e distópica (Resident Evil 5).

Nem todas essas partes funcionam igualmente bem. Algumas passam rápido demais, enquanto outras parecem pertencer a jogos completamente diferentes. Ainda assim, essa variedade é uma das maiores qualidades de Village. Mesmo quando uma área não é excelente, o jogo já está prestes a apresentar uma proposta completamente nova.

Os vilões também são irregulares. Mãe Miranda é uma antagonista fraca, pouco carismática e prejudicada por uma história que tenta lhe dar uma importância maior do que ela realmente possui. O esforço para conectar Miranda e o Megamiceto aos acontecimentos do primeiro Resident Evil e a toda a origem da franquia também parece desnecessário.

Village não precisava explicar ou reescrever partes tão antigas da série. A tentativa de transformar Miranda em uma peça fundamental da cronologia deixa a lore mais confusa e faz a campanha gastar energia com conexões que pouco acrescentam à experiência.

Heisenberg, por outro lado, é um personagem carismático, imprevisível e dono de algumas das melhores cenas do jogo. O problema está em seus poderes, que muitas vezes parecem exagerados até para os padrões de Resident Evil. Ainda assim, sua fábrica compensa boa parte disso com uma atmosfera distópica, inimigos perturbadores e uma das áreas mais diferentes da franquia.

Donna Beneviento e Lady Dimitrescu também ajudam a salvar o elenco de antagonistas. Beneviento protagoniza um dos momentos mais assustadores de toda a série, enquanto Dimitrescu se tornou o grande símbolo do jogo.

Sua aparência, voz e personalidade fizeram da personagem um fenômeno antes mesmo do lançamento. Ela domina cada cena em que aparece e possui muito mais presença do que a própria vilã principal. A Capcom provavelmente cometeu um erro ao eliminá-la tão cedo, pois Dimitrescu tinha potencial para permanecer durante uma parte maior da campanha e merecia um confronto final mais elaborado.

A expansão Shadows of Rose, infelizmente, está muito abaixo do jogo principal. A campanha é cansativa, pouco inspirada e reaproveita cenários e ideias sem o mesmo impacto. A história de Rosemary também não consegue justificar uma experiência que abandona boa parte das qualidades que tornavam Village divertido.

Tirando a DLC, porém, Resident Evil Village continua sendo um jogo bastante competente. Sua história se perde em alguns momentos, os vilões variam muito em qualidade e nem todas as áreas recebem o desenvolvimento que mereciam. Mesmo assim, sua gameplay, os gráficos, a otimização, o mercador, o Modo Mercenários e a diversidade da campanha fazem dele uma experiência extremamente agradável.

Village pode não ser o melhor Resident Evil e nem sempre sabe exatamente o que pretende ser. Mas dificilmente pode ser acusado de falta de variedade, conteúdo ou diversão.

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Resident Evil 5 — Os 5 jogos mais subestimados da história de Resident Evil
Resident Evil 5

Resident Evil 5 é um dos jogos mais importantes, divertidos e injustiçados de toda a franquia.

Grande parte de sua reputação negativa nasceu da decisão de abandonar quase completamente o terror e ampliar a ação introduzida em Resident Evil 4. A crítica faz sentido: há menos tensão, menos isolamento e muito mais explosões, confrontos grandiosos e inimigos atacando em grupos. O problema é tratar essa mudança como prova de que o jogo fracassou.

Resident Evil 5 pode não ser um grande jogo de terror, mas é um excelente jogo de ação e uma das experiências cooperativas mais marcantes de sua geração.

A campanha foi construída em torno da parceria entre Chris Redfield e Sheva Alomar. Dividir munição, trocar armas, combinar golpes físicos, proteger o companheiro e decidir como administrar o inventário transforma o cooperativo em parte real da jogabilidade. Não são apenas dois jogadores atravessando a mesma fase: a dupla precisa trabalhar em conjunto para sobreviver aos confrontos e aproveitar melhor os recursos.

Jogar sozinho evidencia algumas limitações da inteligência artificial de Sheva, especialmente na administração de itens. Em cooperação, porém, Resident Evil 5 se transforma. A campanha ganha ritmo, estratégia e uma capacidade enorme de gerar momentos divertidos, principalmente nas dificuldades mais altas.

O combate também envelheceu muito bem. A base de Resident Evil 4 foi ampliada com novos golpes, diferentes tipos de armas e inimigos que exigem respostas específicas. Acertar pontos vulneráveis, aproximar-se para executar ataques físicos e combinar movimentos com o parceiro mantém os confrontos rápidos e satisfatórios.

A progressão é outro grande acerto. Melhorar armas, encontrar tesouros, liberar equipamentos e reorganizar o inventário entre as missões cria um ciclo extremamente viciante. Terminar a campanha não encerra a experiência: o jogo incentiva novas partidas, dificuldades superiores, pontuações melhores e o desbloqueio de recursos cada vez mais poderosos.

O Modo Mercenários reforça ainda mais a qualidade do combate. As arenas, os personagens jogáveis e a busca por combos transformam o sistema de batalha em uma experiência mais rápida e competitiva. É um dos modos extras mais divertidos da série e um dos principais motivos para Resident Evil 5 continuar tão fácil de revisitar.

A variedade da campanha também merece reconhecimento. O jogo passa por vilarejos, áreas alagadas, ruínas, laboratórios, instalações militares e navios, sempre apresentando novos inimigos e situações. Nem todas as fases possuem o mesmo nível de qualidade, mas dificilmente a aventura permanece tempo demais na mesma proposta.

Os gráficos ainda impressionam. Os modelos dos personagens, a iluminação, as animações e o nível de detalhe dos cenários envelheceram muito melhor do que grande parte dos jogos da mesma geração. Chris, Sheva, Jill e Wesker continuam visualmente marcantes, e várias sequências ainda possuem uma apresentação excelente.

Resident Evil 5 também introduziu inimigos que permanecem na memória dos fãs. O Executioner é o melhor exemplo: enorme, brutal e visualmente ameaçador, ele causa impacto logo no início da campanha e ajuda a estabelecer a escala mais agressiva do jogo. Os Majini, as diferentes mutações e as criaturas produzidas pela Uroboros também garantem uma boa variedade de confrontos.

Mas a maior importância de Resident Evil 5 está em sua história.

O jogo apresenta Albert Wesker em seu auge. Ele deixa de agir apenas nos bastidores e assume definitivamente o papel de principal ameaça da franquia. Mais rápido, poderoso e convencido de sua superioridade, Wesker domina praticamente todas as cenas em que aparece.

Sua presença também permite que a rivalidade com Chris Redfield finalmente receba o desenvolvimento e a conclusão que merecia. Esse conflito começou no primeiro Resident Evil, passou pela traição da S.T.A.R.S. e continuou por vários capítulos da série. Em Resident Evil 5, Chris não enfrenta apenas um vilão qualquer, mas o homem responsável por algumas das maiores tragédias de sua vida.

A participação de Jill aumenta ainda mais o peso dessa disputa. Seu desaparecimento, sua ligação com Wesker e o reencontro com Chris transformam o conflito em algo pessoal, conectando a campanha diretamente aos acontecimentos mais importantes da franquia.

A batalha final no vulcão é completamente exagerada, mas combina com a proposta de um jogo que nunca tenta esconder sua escala absurda. Resident Evil 5 leva a ação ao limite e encerra definitivamente uma rivalidade construída durante mais de uma década.

Resident Evil 5 possui problemas. O terror praticamente desapareceu, a inteligência artificial pode irritar e algumas sequências exageram até mesmo para os padrões da franquia. Ainda assim, poucos jogos da série entregam uma combinação tão eficiente de combate, progressão, conteúdo, cooperação e valor de repetição.

Ele possui gráficos que continuam impressionantes, uma campanha extremamente divertida, inimigos memoráveis, um ótimo modo Mercenários e uma história que coloca Wesker no centro da narrativa e encerra de maneira definitiva sua rivalidade com Chris.

Resident Evil 5 não precisa ser defendido como um jogo de terror. Ele merece reconhecimento por ser um dos melhores jogos de ação cooperativa de sua geração e um capítulo fundamental na história da franquia.

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Mustefuego

@mustefuego-Nível 47

Membro veterano do Tera Time, apaixonado por histórias sombrias e universos perturbadores. Viciado em terror e fã declarado de Resident Evil, Outlast, BioShock e Cuphead. Amante de videogames e cinema, com um fascínio especial pelo estilo caótico e criativo de Sam Raimi.

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