God of War Laufey pode explorar uma das perguntas mais antigas da franquia: o que acontece com os deuses depois que são derrotados por Kratos?
Em entrevista ao GameSpot, Ariel Lawrence, diretora do jogo, explicou que a equipe da Santa Monica Studio passou anos refletindo sobre o destino dessas figuras após suas mortes ao longo da saga. Segundo ela, essa dúvida existe desde o primeiro God of War, lançado em 2005, quando Kratos derrota Ares.
A questão, aparentemente simples, acabou se tornando uma das bases criativas do novo jogo. Lawrence comentou que, desde a morte de Ares, a equipe se perguntava se ele simplesmente teria ido para o submundo ou se existia outro destino reservado para divindades derrotadas pelo espartano.
Segundo a diretora, essa pergunta permaneceu em aberto por cerca de 20 anos

A história de God of War Laufey acompanha Faye em uma jornada pelo Everywhen, um reino misterioso descrito como o lugar para onde toda magia retorna. Esse conceito abre espaço para a presença de deuses, entidades mágicas e outras figuras sobrenaturais que, de alguma forma, continuam existindo após os eventos principais da franquia.
Com isso, o novo jogo pode funcionar não apenas como uma aventura centrada em Faye, mas também como uma oportunidade para revisitar personagens que já cruzaram o caminho de Kratos no passado. A proposta não parece depender apenas de nostalgia, mas de explorar as consequências deixadas pela própria trajetória do protagonista original.
Até o momento, Ares não apareceu nos materiais divulgados oficialmente. Ainda assim, o trailer de revelação já apresentou novos antagonistas, incluindo Begtse e Sekhmet, que surgem como ameaças importantes na jornada de Faye.
Por enquanto, a Sony ainda não anunciou uma data de lançamento para God of War Laufey. O jogo está confirmado para PlayStation 5.

