A nova aposta da franquia Plague Tale, Resonance: A Plague Tale Legacy, parece ter trocado o modo gato esgueirando pelo modo espada cantando. E o trailer recente não deixa espaço para dúvidas: desta vez, a Sophia, uma contrabandista pirata que também aparece no segundo jogo da série, vai resolver problemas na marra.
Ela chega na Minotaur Island tentando desvendar uma maldição. Só que a ilha guarda ruínas antigas e estranhas que fazem a Sophia “pular” entre épocas. Ou seja, ela alterna entre o passado distante ligado à civilização minoica e o tempo presente. Para quem não curte muito a parte histórica da Idade do Bronze, a civilização minoica tinha seu centro na ilha grega de Creta, no Mediterrâneo.
O contraste com os jogos anteriores fica ainda mais claro no estilo de combate. Em vez de muita furtividade e passos cuidadosos, a Sophia aparece com uma espada na mão e pronta para usar. No vídeo, ela faz hack and slash enquanto enfrenta raiders e gladiadores rivais, numa abordagem bem mais focada em ação do que em ficar escondida e torcendo para ninguém perceber.
Esse terceiro capítulo da série chega como o novo jogo principal depois de uma trajetória bem marcada. Como o nome denuncia, Plague Tale gira em torno da propagação da peste negra. O primeiro jogo, lançado em 2019, se passa na França do século XIV e acompanha a Amica de Rune enquanto tenta escapar de hordas de ratos infectados e de soldados. Já Requiem, o segundo título de 2022, retoma Amica e seu irmão.
E o histórico da franquia também ajuda a explicar por que essa mudança chama atenção. Os jogos foram bem recebidos e venderam forte. O primeiro passou de 1 milhão de cópias, enquanto o segundo superou 3 milhões. Desenvolvido pela Asobo Studio e publicado pela Focus Entertainment, que está de volta mais uma vez, Resonance: A Plague Tale Legacy agora precisa provar que ainda dá para manter o sucesso mesmo com uma pegada completamente nova no gameplay e em um cenário totalmente diferente.

